CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO CLÍNICA-2018

Objetivo:

Gerar novos conhecimentos no trabalho com famílias, a partir dos fundamentos teóricos e práticos das teorias sistêmicas, tais como, Teoria Geral dos Sistemas, Teoria da Cibernética, Teoria da Comunicação e Teoria da Mudança.

Preparar profissionais e estudantes para que construam recursos e ferramentas eficazes a serem aplicados no tratamento terapêutico com as famílias.

Público Alvo:

Profissionais e estudantes interessados no trabalho com Famílias , nos diversos contextos relacionais, Clínicas, Escolas, Comunidades e Instituições públicas, privadas e religiosas.

Metodologia:

Aulas expositivas, atividades complementares, Exercícios vivenciais, Atendimentos clínicos das famílias ao vivo, Supervisão Clínica, Vídeos de atendimentos clínicos de famílias e Vídeos científicos.

CURSO RECONHECIDO PELA APTF E ABRATEF

Conteúdo Programático:

1o. Semestre

– Epistemologia Sistêmica: Teoria Geral dos Sistemas, Teoria da Cibernética, Teoria da Comunicação e da Mudança;
– Fundamentos do Pensamento sistêmico;
– A família como um modelo cibernético;
– Supervisão de Casos: Supervisionará os atendimentos nos seguintes contextos (escola, consultório, instituições públicas e privadas).

2o. Semestre

– Epistemologia Sistêmica II;
– História da Família e Terapia Familiar: escolas e correntes;
– Terapia Familiar Sistêmica Breve;
– Método Sistêmico/Vincular e Padrões emocionais repetitivos (adaptativo, reativo e criativo);
– Exercício vivencial (trabalhando a pessoa do aluno);
– Supervisão de Casos;
– Supervisão ao vivo.

3o. Semestre

– Terapia Familiar: escolas e correntes;
– Escala de indiferenciação da “massa do ego familiar”;
– Terapia Familiar Sistêmica Breve;
– Terapia Sistêmico Individual;
– Ciclo vital e Genograma familiar;
– Ciclo vital e Linha Tempo Familiar;
– Seminários Temáticos (dependência química, violência familiar, gerontologia social, doenças ocupacionais, terapia comunitária);
– Exercício vivencial (trabalhando família de Origem do aluno);
– Supervisão de Casos.

4o. Semestre

– Terapia Família: escolas e correntes;
– Terapia Sistêmico Individual;
– Metodologia Científica e orientação a monografia;
– Leitura Institucional com abordagem sistêmica;
– Exercício vivencial;
– Supervisão de Caso;
– Supervisão ao vivo;
– Genograma do Aluno.

Resultado:

Profissionais e estudantes com novos conhecimentos sobre famílias , capazes de identificar, compreender e tratar Famílias em crises, a partir da Abordagem Sistêmica Breve.

Diferenciais:

Uma maior integração dos conteúdos teóricos e práticos por meio de atendimento clínico ao vivo, exercícios vivenciais sobre o profissional e sua família de origem.

Corpo do docente altamente especializado com vasta experiência no atendimento de Famílias.

A metodologia sistêmica/cibernética como uma ferramenta criativa e eficaz no tratamento das Famílias.

Data: 20/Janeiro/2018 – MATRÍCULAS ABERTAS
Horário: 8h30 às 17h30 (mensais)
Local: Rua Loefgren nº 528 – Vila Clementino – Próximo do Metrô Santa Cruz – SP/SP 
Carga Horária: 570 horas
Duração: 24 meses

Investimento e formas de pagamento:
Entre em contato conosco para saber das Formas de Pagamento e Valores: PREÇOS PROMOCIONAIS
Para realizar a inscrição enviar ficha preenchida (solicitar por email ou telefone) e comprovante do depósito da matricula para secretaria@vinculovida.com.br

Dados para depósito:
Banco: Caixa econômica Federal de São Paulo – Agência 3211 – CC: 003 00000751-0

Para: Familiacomvida Escola de Curso Livres, Aperfeiçoamento e extensão Ltda – EPP

O carpinteiro que usava o martelo como bússola

A profissão de carpintaria é uma das mais antigas, desde os primórdios da humanidade, quando o homem criava ferramentas para sobreviver a adversidades que o meio ambiente lhe impunha.

Com elas, caçava, pescava, defendia seu povo e, também, construía sua moradia.

Uma dessas ferramentas é hoje o tão conhecido martelo, utilizado pelo carpinteiro para pregar partes de uma madeira na outra.

No entanto, o nosso carpinteiro em questão depositava tanta fé no martelo que, por onde passava, dava pancadinhas nos vários objetos à sua volta. Ou seja, para ele, dono de um martelo, tudo parecia prego.

O carpinteiro, tão apegado ao seu martelo a ponto de enxergar prego onde este não existia, se assemelha a um grupo comum de pessoas que mantêm crenças dogmáticas baseadas em determinadas pressuposições e convicções do “senso popular”, acabando por distorcer os fatos e os acontecimentos experimentados ao longo da vida.

Não é raro, algumas pessoas receitarem medicamentos ou aconselharem amigos ou parentes sobre determinadas enfermidades, algumas graves, fundamentadas somente na fé de que aquele medicamento ou procedimento, em outras situações, serviu para elas ou para algum conhecido próximo.

Recomendar um procedimento ou uma atitude para salvar relacionamentos interpessoais, crises conjugais, familiares ou intervir em alguma questão relacionada a doenças físicas ou mentais, com base apenas na fé e no pensamento positivo, é ter uma visão atrofiada sobre a realidade, é estar acometido pela hipermetropia, que impede de enxergar melhor as coisas.

Em outras palavras, cuidado!

Crenças rígidas diante dos fatos e acontecimentos da vida tendem a tornar esses indivíduos semelhantes ao carpinteiro de nossa história.

Atitudes assim podem levar à distorção das relações com as pessoas que amamos.

Lembre-se! Um martelo na mão e uma crença arraigada transformam-se em uma bússola para seres humanos inflexíveis.

A pessoa imaginar que a sua percepção de vida é a única que tem validade diante da imensa complexidade que envolve as dores, sofrimentos, prazeres e os momentos felizes inerentes à condição humana, é o mesmo que acreditar que o martelo é a única ferramenta capaz de rebater qualquer objeto. Por isso, não devemos fazer da vida dos outros os nossos pregos.

Sebastião Souza
Psicoterapeuta de casais e de famílias